Arte

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Ass.de Comunicação

sábado, 23 de outubro de 2010


Cultura
Arte Na tela - Arte Na pele
Uma pequena homenagem, a um dos mais conceituados artistas, filho de nossa Ilha de Santo Amaro.
Que a história de nosso país é rica, o mundo inteiro já sabe. Que dela nasceram ,nascem e tomara continue nascendo, artistas das mais diversas culturas, é uma dádiva, de um povo, que tem uma das maiores diversidades do planeta,e a garra herdada dos índios brasileiros, que  são um exemplo de resistência e força. Apesar de enfrentar colonizadores no passado e atualmente grileiros, resistem levando adiante uma cultura que data de muito tempo antes do descobrimento do Brasil. Antes da chegada dos colonizadores do velho mundo à América, havia cerca de 100 milhões de índios. No território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam, entre os mais conhecidos os tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia). Muitos foram dizimados na luta desigual travada durante vários séculos e até hoje, mas ainda existem 215 nações e 170 línguas indígenas diferentes. Que a maior parte dos brasileiros  desconhecem,  apesar de muitos termos fazerem parte do cotidiano.
Nós seres humanos, nos expressamos  através da língua, das crenças, da relação com a natureza e da arte. E estas formas estão diretamente ligadas. Para os índios, a pintura do corpo não é apenas uma questão de enfeite, está relacionada à religião, identidade e guerras.Vimos essa expressão,com os cara pintadas que mobilizaram o Brasil, pintavam o rosto como forma de protesto em uma guerra sem armas. ( pelo menos os civis estavam desarmados) contra a política instituída. Os brincos, os piercings e as tatuagens também tem relação com hábitos de  épocas mais antigas. A diferença está nas razões que levam  ao uso de  certos adereços e tatuar o corpo.Cada  pessoa, em suas tribos, buscam sua própria forma de expressão. De novo igual aos nossos precursores.
O que é a vida, se não o ensinar e aprender?O que é o homem, se não o amor? Como sobreviver a vasta e complexa  existência?A vida é, e tem de ser, uma série de desafios e respostas. A arte em sua transbordante riqueza, em sua eterna transformação, nos  permite compreender, que nossas vidas seriam por certo muito pouco significativas, sem a arte.Positivamente o viver exige abundância de amor, de sensibilidade, silêncio e simplicidade. Apenas uma mente livre de preconceitos alcança o próprio significado. Se fosse possível traçar o perfil de um artista, esse seria o de nosso homenageado. Os mais sensíveis  observam, que seus traços seja em suas telas ou na pele; dos felizardos que conseguem um horário com ele; vão  além da técnica. Alexandre Giangulio Peixoto o internacionalmente conhecido, “Nany Tattoo”, traduz em suas obras, sua crença, seu amor pela vida sua paixão. Aqui, ele com seu grande amor, a brasileirissima Vilena, da grife Severina, fonte de inspiração e ao lado Malu, sem duvida sua mais perfeita criação. Abaixo, algumas de suas obras. Studio NanyTatto - www.fotolog.com/nanytattoo

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